Como o Compliance pode interferir na criação das crianças?

Sabe aqueles pequenos contratinhos que fazemos com nossos filhos, sobrinhos ou com outras crianças?

Sabe quando dizemos algo do tipo: “Se você fizer isso, você ganha isso”, “Vamos passear”, quando na verdade você irá levá-lo para a escola ou aquela famosa ida ao supermercado ou à algumas lojas e criança pede algo e respondemos que na volta a gente compra ou ainda, quando fazemos frequentes negociações e simplesmente não cumprimos?

Afinal, qual a relação disso com Compliance?

Pois bem, reflitamos: ao fazermos esses tipos de acordos, qual a mensagem que eu estou passando para aquela criança? Quais os tipos de condutas viciosas que estamos desenvolvendo na criança? O artigo desta semana é muito reflexivo.

As relações construídas com nossas famílias, são sempre a base para a formação de nosso caráter, dos nossos princípios, valores e comportamentos éticos e morais.

Diariamente estamos realizando diversos tipos de contratos e não cumprindo. Sempre negociando para tornar nossa vida mais fácil, de modo que nossos interesses sejam atendidos. E não há problema nisso, exceto quando o fazemos negligenciando nossos valores e ensinando para as crianças comportamentos nada éticos.

Devemos observar nossos comportamentos, nossas condutas e nossa integridade na vida pessoal também. Todos esses contratinhos que fazemos devem ser respeitados para serem considerados lícitos e íntegros, pois presume-se que os contratos é o acordo de vontades feitos entre duas ou mais pessoas e ao desrespeitar esses contratinhos que julgamos ser insignificantes, estamos educando nossas crianças a também serem negligentes com sua integridade e desrespeitosas com seus acordos feitos com outras pessoas.

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